Ponte Rondon-Roosevelt passa por avaliação do Dnit e Defesa Civil após colisão de embarcação

A ponte Rondon-Roosevelt, localizada na BR-319 sobre o rio Madeira, entre Rondônia e o Amazonas, passou por inspeções do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Defesa Civil de Porto Velho após a colisão de uma embarcação contra um de seus pilares. De acordo com os órgãos responsáveis, a estrutura não sofreu danos significativos que comprometam a segurança do tráfego de veículos.
O incidente ocorreu no dia 4 de março, quando um barco de grande porte atingiu um dos pilares da ponte. Assim que a colisão foi reportada, técnicos do Dnit foram mobilizados para uma avaliação emergencial e constataram que a infraestrutura segue estável. Em nota, o órgão destacou que continuará realizando monitoramentos frequentes para assegurar a segurança da travessia.
A Defesa Civil de Porto Velho também enviou equipes ao local para verificar possíveis impactos estruturais. Os especialistas reforçaram a necessidade de atenção redobrada às condições da ponte e recomendaram medidas preventivas para evitar novos incidentes envolvendo embarcações na região. Além disso, ressaltaram que o tráfego de veículos segue liberado sem restrições.
O Dnit informou que continuará monitorando a ponte e poderá implementar medidas corretivas ou preventivas caso necessário. O órgão também reforçou que mantém diálogo com autoridades de navegação para aprimorar a segurança tanto para veículos quanto para embarcações que trafegam no rio Madeira. Novos relatórios técnicos deverão ser divulgados à medida que as inspeções forem realizadas.
A ponte Rondon-Roosevelt é uma das principais conexões terrestres entre Rondônia e o Amazonas, desempenhando papel estratégico para o transporte de mercadorias e passageiros. Qualquer impacto em sua estrutura pode gerar transtornos logísticos e econômicos para a região. Por isso, a segurança e a manutenção da ponte são fundamentais para garantir a fluidez do tráfego e evitar prejuízos para a população e para os setores produtivos que dependem dessa rota.
Com informações da Defesa Civil de Porto Velho e do Dnit.
